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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Porque o Windows 8 pode ser um fracasso

A Microsoft já está desenvolvendo o Windows 8 e a cada semana vazam novidades sobre as mudanças que veremos nele. A principal mudança é o uso da interface Metro, que no Windows 8 foi desenvolvida pensando em tablets. Pelas informações que já temos do Windows 8 vemos que ele será um competidor de qualidade para o iPad(com seu iOS), trazendo um visual bonito e consistente. No entanto meu medo em relação ao Windows 8 é como ele vai ser nos computadores convencionais.

Windows-8-Developer-Preview-homescreen

Para os tablets a Microsoft está preparando um visual bonito, uma loja de aplicativo e diversos incentivos para que os programadores desenvolvam aplicativos para o Windows 8. Mas parece que ela está esquecendo da interface Clássica, que é o Windows como nós conhecemos. Usar a interface Metro num computador com mouse e teclado não foi agradável, isso na minha experiência com o Windows 8 Developer Preview. Pouco depois do lançamento dessa versão surgiu na internet ideias para melhorar o uso da interface Metro em computadores convencionais, entre elas estava substituir a seta do mouse por um dedo virtual. Essa mudança iria melhorar muito o uso do próximo Windows em PCs, mas ainda não vai ficar, digamos, perfeito.

Se você escolher utilizar a interface gráfica clássica vai encontrar um Windows 7 modificado. Eu não diria melhorado porque em alguns pontos ficou melhor e, em outros, pior. O menu iniciar sumiu, então você veria a tela da imagem acima para abrir seus programas. A interface do Windows piorou, até o momento saiu a beleza do Windows 7 para entrar um visual quadrado e feio que eles dizem ser inspirado no Metro. Outra coisa que eu não entendo foi a mudança no Windows Explorer, adicionando um Ribbon à ele, como no Office. Eu, e muitos outros, preferem um Windows Explorer mais simples, não uma penteadeira que ocupa um espaço considerável na tela. E no meio de tantas mudanças negativas até tem algumas positivas, como melhoras no gerenciador de tarefas e na hora de copiar arquivos.

Windows_8_First_Impressions_5

O que a Microsoft deveria fazer é dividir o Windows em três versões: para smartphones, para tablets e para computadores. Tablets precisam ter uma interface como a de smartphone mas com as funções de um computador completo(ou quase isso). Ao que tudo indica nós veremos um computador completo nos tablets com Windows 8. A questão é: você usaria o Photoshop, da maneira como ele é hoje, num tablet? Acho difícil. Permitir essa compatibilidade de programas antigos em tablets com o próximo Windows não vai ser algo vantajoso. A interface atual não foi pensada em tablets, consequentemente não vai ficar algo amigável para essas telas e o resultado final vai ser as pessoas ignorando aplicações antigas. Para completar ainda temos o fato de que tablets com processadores ARM(presente na maioria deles) não vão rodar programas antigos, só os com a interface Metro. Isso significa que, se o mercado continuar como atualmente, nós não poderemos usar o Photoshop que temos hoje em tablets, porque ele não foi desenvolvido para ARM.

Analise com calma: a Microsoft vai destruir a experiência de uso do Windows que existe há anos para melhorar a interface nos tablets, sendo que a retro compatibilidade praticamente não vai existir(mesmo após o lançamento do Windows 8 deve continuar difícil encontrar tablets com processadores x86, como o de computadores). Qual seria a solução então? Copiar a Apple mais uma vez.

A Apple tem o seu sistema para smartphones e outro para computadores, respectivamente iOS e Mac OS X. Eles são completamente diferentes e cada um é pensado na área onde vai atuar, e não num sistema único para todos os dispositivos. Claro que, com o tempo, eles trocaram algumas características, mas isso tudo foi pensado para ver se funcionava bem ou não. E é isso que a Microsoft deveria fazer. O importante não é ter um único sistema em todos os dispositivos, e sim ter uma experiência de uso única. É começar a editar um arquivo no computador, continuar editando no tablet e fazer os ajustes finais e enviar para alguém pelo smartphone, de preferência sem precisar perder tempo copiando arquivo de um dispositivo para o outro. A Microsoft tem tudo para fazer isso: um sistema operacional para computadores, smartphones, tablets(em breve vai ter) e um serviço de armazenamento online.

Na minha visão, a Microsoft deveria dividir o desenvolvimento do Windows 8 em dois: uma equipe para a versão PC e outra para a versão tablet. O Windows 7 ainda está atual, desde o seu lançamento ainda não houve nenhuma mudança drástica na arquitetura dos computadores que justifique uma arquitetura nova. No entanto também não se pode parar no tempo e ir fazendo remendos, como foi com o Windows XP. Mas a Microsoft pode se dar ao luxo de se focar no Windows 8 para tablets e depois aperfeiçoar o Windows 8 para computadores: adicionando armazenamento nas nuvens, uma loja de aplicativos e melhorando o que precisa ser melhorado.

Tentar fazer uma interface para tablets funcionar num computador com mouse e teclado pode não dar muito certo, o ideal seria ter uma interface para cada, aproveitando as vantagens de cada formato. Essa atitude da Microsoft é arriscada, talvez de certo, talvez não. Só iremos saber quando o próximo Windows for lançado, mas se for um fracasso, provavelmente não haverá volta.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Proibição de jogos

Hoje vi que mais um jogo foi proibido, desta vez só no Rio Grande do Sul, mas proibir jogos só porque são violentos é o certo? Eu acho que não. Pra que foi inventado a classificação etária, o Ministério da Justiça classifica filmes e JOGOS.

No cinema, se um filme tem a classificação de 18 anos, uma pessoa com uma idade menor não consegue assistir(isso funciona, eu já tentei e infelizmente não consegui assistir Jogos Mortais 3 no cinema), o mesmo poderia ser feito com a venda dos jogos, pessoas maiores de 18 anos podem comprar os jogos violentos e os menores não. A loja que fosse flagrada descumprindo, pagaria multa, igual acontece no cinema.

A EA tem jogos que a classificação etária é em português(um exemplo são os últimos Clássicos EA), na parte da frente da capa tem o L no quadrado verde e escrito que o jogo é livre. Nos jogos para maiores de 18 anos, teria o 18 num quadrado preto e escrito que o jogo não é recomendado para menores de 18 anos. Se o menor quiser jogar um jogo para maiores teria que pedir para alguém comprar, se for o responsável ele veria e escolheria se é bom ou não para o filho e se quem comprasse fosse um amigo, quando o menor estivesse jogando o responsável veria a capa e saberia que o jogo não é recomendado para a idade do filho e a utilização fica a critério do responsável.

Na minha opinião proibir um jogo é censura. Qualquer um pode alugar filmes violentos e deixar um menor ver, o mesmo aconteceria com os jogos, mas só vê se a outra pessoa quiser. Quando se proíbe um jogo, se incentiva a pirataria, as lojas param de vender mas os camelôs continuam, e isso ainda faz um marketing gratuito. Outro método é a Internet, tem sites especializados no download de jogos, alguns com quase todos os jogos para alguns videogames.

Então porque os juízes ao invés de ficarem proibindo os jogos, não cuidam de coisas mais importantes(e tem muitas), e deixam a parte responsável pela classificação dos jogos fazerem o trabalho e eles apenas garantem que os jogos serão vendidos nas faixas etárias certas.

Tá aí a minha opinião. Podem concordar, discordar, mas essa é a minha opinião e ninguém pode me proibir de escrever isso, porque eu tenho o direito de liberdade de expressão e proibir algo seria censura, e o Brasil não é a China.

domingo, 2 de março de 2008

Será que a Microsoft quer mesmo acabar com os vírus?

Hoje eu pensei nisse e chegei a resposta ao mesmo tempo, será que a Microsoft quer mesmo acabar com os vírus? Eu pensei e analizei o mercado de vírus e cheguei a uma conclusão, mas antes de dize-la, vou colocar os "cáuculos".

Atualmente há grandes empresas que lucram muito criando anti-vírus, até mesmo a Microsoft tem o seu próprio anti-vírus. O mercado de vírus movimenta um bom dinheiro para os hackers e uma quantidade ainda maior para as criadoras de anti-vírus. Para todo anti-vírus gratis tem uma versão paga. Além disso tem também os anti-spyware, e as empresas os vendem separado dos anti-vírus(mas a tendência é, no futuro, eles se integrarem), e é difícil achar programas grátis desse tipo. Isso tudo é um mercado que lucra protegendo mais de 95% dos computadores.

Mas porque a Microsoft não cria algo para proteger o Windows nativamente, e de graça? Talvez possa ser pressão do mercado ou talvez seja cooperação com as empresas de anti-vírus, mas incapacidade da Microsoft é que não é. No Windows Vista a segurança foi aprimorada, mesmo assim os vírus podem conseguir agir. Porque a Microsoft não colocou um anti-vírus nativo no Vista? Porque ela também quer lucrar.

Eu já criei dois posts falando sobre o Windows Live OneCare, esse programa é um anti-vírus, anti-spyware e firewall da própria Microsoft, e se não me engano custa US$ 50,00 por ano. Porque a Microsoft não colocou o OneCare nativamente no Windows, substituindo a Central de Segurança? Antes do lançameto do Vista o OneCare já estava disponível. O motivo deve ser o lucro.

Se a Microsoft trocasse a Central de segurança pelo OneCare, o mercado de anti-vírus acabaria, seriam milhões ou até mesmo bilhões economizados, já que não haveria a necessidade de usar anti-vírus, e a Microsoft também deixaria de lucrar, porque para cada Windows vendido ela estaria dando um anti-vírus de graça e para sempre.

No final de tudo chegamos a conclusão de que a Microsoft não está interessada em acabar com os vírus, e junto acabar com um mercado que movimenta um bom dinheiro por ano. Se houvesse o interesse, o Vista teria um anti-vírus integrado, anti-vírus que a própria Microsoft já vende. Mas nós pagamos por um sistema e ainda temos que pagar pela proteção do sistema, e de vez em quando para a própria Microsoft. No final, nenhuma empresa quer que os vírus acabem, só os usuários do Windows que querem.

Agora eu criei uma teoria de conspiração, o problema é que o meu apartamento(olha a conhecidência) não é preparado igual o do filme. Mas a verdade é essa, as empresas não querem que o Windows seja seguro. Até mais!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Como seria se a Microsoft comprasse o Yahoo!

Hoje saiu a notícia de que a Microsoft quer comprar o Yahoo!, mas como vai ficar o serviço das duas empresas se a compra for realmente feita? Então eu coloquei o meu cérebro pra funcionar e imaginar o nome dos serviços.

O Yahoo! Cadê? poderia virar MSN Cadê? ou Windows Live Cadê?, também poderia ser Windows Live Search Cadê?, mas acho difícil, a Microsoft deixar o Windows Live Search do jeito que está.

E o Flickr, ele é considerado uma rede social, então ele poderia ficar no lugar das fotos do Windows Live Spaces. Assim como acontece com o WL SkyDrive e o WL Events, o Flickr poderia se tornar Windows Live Flickr e ficar no lugar das fotos do WL Spaces. Mas se a Microsoft quiser integrar o Flickr ao MSN ele vai deixar de ser só Flickr e vai ganhar um primeiro nome, ficando MSN Flicker.

Um outro serviço popular do Yahoo! é o Yahoo! Respostas, mas a Microsoft já tem o seu site de perguntas e respostas, o Windows Live QnA(disponível apenas em inglês). Será que o WL QnA vai deixar de existir e vai dar espaço ao Windows Live Respostas. E se a Microsoft preferir continuar com o WL QnA e transformar o Yahoo! Respostas em MSN Respostas, tendo dois serviços com a mesma função. Eu prefiro o Windows Live Respostas, mas vai depender do que a Microsoft vai querer fazer.

Também tem o Yahoo GeoCities, que é um serviço popular mas com poucos serviços comparado as hosts grátis que se encontra pela web. Ele com certeza deve se tornar MSN GeoCities. Mas tem a chance de se tornar Windows Live GeoCities. Mesmo assim acho ele como MSN GeoCities bem melhor.

Assim como o MSN, o Yahoo! também tem um concorrente para o YouTube, o Yahoo! Vídeo. Como ficaria? O mais provável é a fusão dele com o MSN Vídeo. Um outro serviço que está na mesma dilema é o Yahoo! Groups contra o MSN Groups(ou grupos). O Yahoo! Groups ainda tá vivo, já o MSN Groups está 'vivendo com a ajuda de aparelhos'. Será que a Microsoft vai acabar com os dois e liberar para todo o mundo(ou pelo menos para os EUA e Brasil) o Windows Live Groups, ou vai tirar o MSN Groups dos aparelhos.

O Yahoo! também tem vários serviços que, se a compra for confirmada e a fusão feita, vão melhorar os serviços do MSN, como o Yahoo! Notícias, que vai melhorar o MSN Notícias, o Yahoo! tecnologia que vai melhorar muito o MSN Tecnologia e outros serviços. E será que o MSN como provedor vai reviver(uns anos atrás teve o MSN também ofereceu o serviço de discador, mas não oferece mais), porque o discador do MSN não existe mais, mas o Yahoo! ainda é um provedor, então é provavel que o MSN volte a oferecer acesso à Internet.

E oserviço que eu deixei para o final é o um muito usado, como vai ficar o Yahoo! Messenger com a fusão do Yahoo! com a Microsoft for feita. Atualmente já existe uma compatibilidade entre os dois messengers, mas acho que os dois não vão continuar. Provavelmente o Yahoo! Messenger vai deixar de existir e os usuários vão ter que migrar para o Windows Live Messenger. Também tem o Yahoo! ID, que os usuários provavelmente vão ter que transformar em Windows Live ID. E é torcer para o Windows Live Hotmail ter espaço ilimitado, igual acontece com o Yahoo! Mail.

Agora acabou, já disse como deve ficar praticamente todos os serviços do Yahoo! se a fusão for feita. Eu sou a favor da fusão, os serviços da Microsoft devem melhorar muito. Se você tiver uma sugestão de nome para algum serviço do Yahoo! passando a ser do MSN ou Windows Live, diga nos comentários para que os outros visitantes do blog e eu veja. E antes de terminar o post eu deixo uma pergunta no ar: como ficaria o nome da Microsoft e do Yahoo! juntos? Se tiver um nome em mente diga num comentário. Até mais!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

MacBook Air

O MacBook Air, o notebook mais fino do mundo. Eu sei que ele foi lançado semana passada mas hoje eu vou dar a minha opinião sobre esse notebook ultrafino.

Um notebook com 1,93cm de espessura, bem fino. Antes mesmo de ser anunciado já se falava sobre ele, não está na lista de compra das pessoas como o iPhone, mas já abalou o mercado. Mas como pode um notebook que não tem um drive de CD/DVD, poucas saídas e que nem tem como trocar a bateria se ela acabar, fazer tanto sucesso. A resposta é que é da Apple, com seus produtos inovadores e com um design diferente dos outros.

Esse notebook seria ideal para o caso do Brasil, principalmente em grandes cidades como o Rio e São Paulo, quando ele foi apresentado, estava dentro de um envelope, e que ladrão vai achar que dentro do envelope tem um notebook? Mas esse produto inovador também tem uma bela jogada de marketing, porque hoje em dia quem não usa um drive de CD/DVD? Para explicar essa falta, foi dito vários motivos envolvendo outros produtos da Apple(para ver os motivos leia este post), com isso eles vão conseguir fazer você comprar mais produtos deles.

Mas dá pra viver sem um drive de CD/DVD, sem entrada Ethernet e com uma bateria fixa? Sim. Os pen-drives estão aí, um de 1 GB já se encontra por menos de 25 reais. A entrada Ethernet também não é essêncial, dá pra usar uma rede Wi-Fi. E a bateria fixa não é um problema tão grande, no uso diário não vai atrapalhar, no escritório ou em casa tem como usar uma tomada pra recarregar a bateria, só em uma viagem que você vai ter problemas.

Mas esse produto com bordas arredondadas, que faz parecer mais fino, conquista qualquer um. O MacBook Air é o produto da vez. E para a nossa felicidade, por aqui ele vai ter o preço de mercado. Por aqui o produto vai ter o mesmo preço que nos EUA mais os impostos, ficando em algo em torno de R$ 3.500,00.

Mesmo sendo um produto com uma jogada de marketing por trás, ele é um produto da Apple, com um design inovador, que conquista qualquer um, inclusive apoiadores do Windows(como eu).

sábado, 19 de janeiro de 2008

Porque o Windows é problemático

Muitos reclamam que o Windows vive travando, é vulnerável, tem um monte de problemas, mas na maioria dos casos, a culpa é do usuário. Muitos usuários avançados não vêem uma tela azul em seus computadores há anos, enquanto usuários iniciantes vêem tela azul frequentemente. E o pior: a culpa é sempre do Windows. mas será que é mesmo?


As telas azuis aparecem porque algo muito grave aconteceu com o computador, na maioria das vezes relacionado a hardware. Mas o que pode causar isso? Um computador de baixa qualidade ou um usuário que não cuida do computador. Montar um computador com as peças mais baratas do mercado nem sempre é uma boa escolha, por isso se deve comprar peças de qualidade, para não ver as telas azuis. O outro motivo é a falta de manutenção, que podemos resumir em tirar poeira. A poeira entra nos lugares que você menos imagina, e pode acabar atrapalhando os contatos. Se você tem portas(pci) vazias, slots de memória vazios e coisas do tipo, é sempre bom antes de conectar algo neles, dá uma soprada, pra tirar a poeira. Um outro problema é a poeira no cooler, ela vai deixando ele pesado, com isso ele roda menos, e o processador esquenta mais. Isso tudo ajuda a aparecer telas azuis.

E quando o Windows trava, foi a Microsoft que não fez o sistema direito? Na maioria das vezes(quase todas), não. O computador trava quando ele não consegue executar mais nenhuma ação, isso que dizer que o usuário sobrecarregou o computador, explicando melhor, o usuário executou mais ações do que o processador consegue processar, então ele tá pensando pra fazer as ações que você mandou e não consegue pensar no momento exato as novas ações que você faz. Mais uma vez a culpa é do usuário.

E se um programa fechar do nada, a culpa é da Microsoft que não fez o Windows direito? Não, a culpa só é dela se foi ela que fez o programa, caso contrário a culpa é do criador do programa, mas também pode ser culpa do usuário que fez algo de errado.

E se o Windows está instável, travando toda hora e outras coisas do tipo. A culpa é da Microsoft? Não, é mais uma vez do usuário. Antes de uma versão do Windows ser lançada, são feitas várias versões beta para encontrarem os erros. Mas se o usuário instala um programa mal feito ou faz algo de errado e danifica o sistema, a culpa não é do Windows, é do usuário. Se a pessoa não tivesse instalado um programa mal feito(a programadores sérios fazem testes antes de divulgar versões betas e principalmente finais) ou mexeu em algo que não devia no Windows.

E mais uma coisa, você cuida do sistema? Faz uma verificação completa de vírus e spywares periodicamente, desfragmenta o HD periodicamente. Podemos comparar o computador como uma pessoa, se você não fizer check ups, ele pode ficar doente e até morrer(referindo a ter que reinstalar o sistema).


E agora o motivo mais usado pelos usuários Linux contra o Windows: os vírus, spywares e afins. Mas o que não é seguro, o Windows ou o usuário? A resposta é o usuário. Qualquer um pode criar um vírus, seja pra Windows, Mac OS ou Linux, mas é o usuário quem dá mole e baixa o arquivo. Um método fácil de pegar vírus é pelos scraps do orkut. Uma pessoa má intencionada vai numa lan house e instala um vírus no computador, depois uma pessoa leiga vai lá e entra no orkut, no dia seguinte os amigos dessa pessoa estão recebendo um monte de scraps com um link para um vírus. E as propostas de crédito de graça para o celular, sem comentários né.


Mas o principal motivo dos vírus e spywares é: o usuário nem se liga em atualizar o anti-vírus, e nem tem um anti-spyware e ainda clica em tudo que vê. O que adianta ter um anti-vírus se o banco de dados dele é de 2006(ou menos)? Praticamente todo dia são lançadas atualizações para os anti-vírus, mas as pessoas não se ligam em atualizar, e nem sempre a atualização automática funciona. Existe anti-vírus(se lê: AVG) que nem espera o computador conectar(me refiro a conexão ADSL) para abrir a janela de atualização, ai ele não se conecta ao servidor e não atualiza, resultado: a pessoa tem que mandar atualizar todos os dias. Se a pessoa não faz isso, o computador fica vulnerável e depois ela fica reclamando que o Windows é cheio de vírus.

Você deve estar se perguntando: por que ele escreveu isso, para ofender os visitantes do blog dele? A resposta é não. Eu quero mostrar que os usuários leigos(e usuários de Linux) culpam o Windows por tudo de ruim que acontece, mas nem sempre a culpa é do sistema. Usar o computador é muito mais que ir entrando em sites e sair clicando em tudo que você vê. Você tem que entender a máquina e saber lidar com ela, pra assim dizer se o sistema é bom ou ruim. Não é necessário um curso de informática para lidar com o computador, mas sim entender a máquina, e isso só se aprende usando. E o principal, saber os limites do seu computador, cada computador tem um limite, de acordo com as configurações dele, e você deve sabe-las, nem sempre quando o computador trava a melhor escolha é ficar apertando todas as teclas.

Então a culpa na maioria das vezes não é do teclado pra frente, e sim do teclado pra trás. Por isso, só critique um sistema operacional, não importando qual seja, depois que você tiver certeza que o sistema é ruim e para isso, você deve saber usar o sistema. E antes de terminar uma coisa: não cuspa no prato que come.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Por que o Brasil não é um mercado interessante?

No mundo da tecnologia, o Brasil está atrasado e muitas empresas também não querem investir no Brasil, usando várias disculpas: impostos, pirataria, e muito mais. Mas será que esses argumentos são reais ou eles que não querem investir no Brasil? Vamos ver:

O principal argumento dado pelas empresas são os impostos. Então vamos analizar olhando o lado dos videogames. O videogame importado paga 120% de imposto(calma), mas um produzido em Manaus paga em torno de 20%(viu). Então porque reclamar dos impostos se a empresa pode fazer uma parceria com alguma empresa que produza eletrônicos. Igual a Sega fazia antigamente, a TecToy(que ainda existe) é quem produzia os videogames para o mercado brasileiro. Então a Microsoft, Nintendo e Sony(que tem fábrica no Brasil) poderia produzir o videogame aqui e pagar muito menos impostos, além de ajudar o mercado nacional.

A Sony está pensando em produzir o PlayStation 3 aqui no Brasil(só porque não conseguiram desbloquear ele), se ela começar a produzir, o preço do produto deve ter uma boa queda, porque vai pagar bem menos impostos. E a Microsoft, a primeira(e única) a vender um console de 7ª geração oficialmente no Brasil(a Nintendo vende, mas é por uma importadora), ela importa o videogame e vende por R$2.500,00, mas no Mercado Livre tem como encontrar por R$1.500,00. A Microsoft paga menos pelo produto(lembre-se que o vendedor tem que lucrar, então o preço da Microsoft é menor que o de uma pessoa qualquer) e vende mais caro, porque ela não faz uma parceria com alguma fábrica e produz aqui, o preço vai cair muito e vai dar um belo empurrão nas vendas. O mesmo da Microsoft vale pra Nintendo, se ela fizer uma parceria com alguma fábrica aqui o Wii vai ficar muito mais barato e vai ser bem mais acessível, podendo até ganhar a batalha dos videogames por aqui. E a Sony, tem que parar de pensar e agir, ela já tem tudo pra poder vencer aqui. E uma outra coisa, imagine o PlayStation 2, que já tem como encontrar por menos de R$500,00, produzido aqui então ficaria muito mais barato.

Eu falei o que as empresas tem que fazer para conseguir ter os consoles com preços menores aqui mas, o que isso tem haver com o assunto. As empresas produzindo aqui acordariam um mercado que não é bom porque é caro. Elas tem que lembrar que no Brasil quanto mais barato for, mais vende. E produzindo no Brasil, os produtos ficariam mais baratos, venderiam mais e até ajudaria a aumentar as vendas em outros países(lembre-se do Mercosul). Então a questão impostos já tá resolvida, se as empresas quiserem vender mais não devem importar produtos e sim produzi-los aqui, seja em uma fábrica parceira ou em uma fábrica própria, o negócio é produzir aqui.

Mas agora vamos ao motivo do PlayStation não ser vendido aqui e o de muitas empresas não investirem por aqui: a pirataria. Como eu disse no post Pirataria há algum tempo atrás, a pirataria existe porque os produtos são vendidos á preços absurdos. Um exemplo é o Vista Ultimate, no Brasil custa quase mil reais, nos EUA custa menos de quatrocentos dólares. Porque esse valor tão alto(que só acontece nessa versão do Windows). Também tem os DVDs e CDs. Eles gastam menos de R$5,00 para produzir um DVD e vendem por mais de R$ 50,00, e com os CDs acontecem praticamente o mesmo. Nos jogos acontece o mesmo, os lançamentos para PS2, por exemplo, custam no mínimo R$ 100,00, comprando 5 você já tem o dinheiro de um videogame novo.

Mas porque os preços tão caros? Porque as empresas querem. Dá pra vender os jogos a R$ 20,00 facilmente, o preço de produção fica entre R$5 e R$10 e nos DVD fica menos de R$5, como eu já disse. E nos DVDs dá pra vender a R$ 10,00 ou R$ 15,00 e lucrar relativamente bem. Nos CDs é o mesmo caso. Mas porque isso não acontece? Porque as empresas preferem lucrar muito por cópia e vender pouco do que lucrar pouco por cópia e vender muito. Se os preços caírem muito, a um valor relativo ao do pirata, as pessoas vão conseguir comprar o produto original e a pirataria vai acabar. Um exemplo a ser seguido são os Clássicos EA, jogos a R$ 29,90(mas pra ficar perfeito tinha que abaixar mais 10 reais). Então o problema pirataria está resolvido, é só abaixar o preço que a pirataria acaba.

Esses foram os principais motivos dados pelas empresas para não investir no Brasil, mas eles podem reclamar de outras coisas, falando que o produto não vai vender muito e tudo mais, mas tudo depende das empresas. Os produtos podem sim ficar baratos, e ficando barato vai vender mais. O brasileiro não é como o americano que consegue US$ 100,00 fácil, aqui pra conseguir R$ 10,00 é difícil, e as coisas aqui são bem mais caras que lá. Então se as fábricas quiserem abaixar o preço, elas vão vender.

Nós podemos imaginar o Brasil como um cofre, e dentro tem o mercado brasileiro dando um belo lucro para as empresas, só falta abrir o cofre e a senha já foi dita, abaixar os preços. Se as empresas usarem a senha e abaixarem os preços elas vão conseguir abrir o cofre e ter um mercado que no meu ponto de vista tem um grande potencial.

As empresas podem aproveitar a TV Digital, os celulares 3G e aproveitar para vender mais e acelerar a migração. Se as empresas abaixarem os preços das TVs Full HD e dos celulares 3G, as pessoas vão comprar mais e elas vão lucrar mais. Tem que fazer igual houve em 2007 com os carros, o financiamento foi facilitado e as pessoas conseguiram ter condições de comprar um carro novo, tanto que foi o melhor ano da indústria automobilística. Para que as outras áreas se desenvolvam, tem que fazer o mesmo, mas invés de facilitar o financiamento, devem facilitar tudo, abaixando o preço e facilitando a compra, parcelada ou à vista.

Então a resposta da pergunta: Por que o Brasil não é um país interessante? é: Porque as empresas não querem. Quando elas se tocarem e abaixar os preços, o Brasil vai ser um mercado interessante.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Vírus para Linux

Hoje eu tava pensando: O Linux tem vírus, mas os usuários não usam antivírus, se um vírus entrar, já era. Explicando melhor: No Windows se entrar um vírus ele pode não fazer efeito porque o antivirus vai barrar ele, mas no Linux não tem antivirus, então se entrar, não tem nada pra impedir.
Para explicar melhor ainda: O Windows é como um cachorro, pode viver, ficar doente ou morrer e o Linux é como uma barata ou vive ou morre. Eu não sei quais são ou como são os vírus para Linux, mas se alguém for pé frio e um vírus entrar e fizer efeito não tem nada pra impedir. Como o Linux não é atrativo para os hacker eles não criam vírus, mas já tem alguns.

Então se um vírus entrar no Linux(o que é difícil mas não impossível) a pessoa se dá muito mal. Sem mais nenhum comentário.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Vírus

Eu fico vendo umas comunidades sobre o Linux(só pra ver o que eles falam de mal do Windows) e o principal motivo que eles dizem pras pessoas que Linux é melhor é que não tem vírus. Mas afinal, tem ou não tem vírus. Eu vou dizer tudo o que penso em relação a isso agora, e se você já leu o post sobre o Linux vai reconhecer algumas coisas.

Antes de mas nada TODOS os sistemas operacionais tem vírus, mas uns tem (muito) mais que os outros. A desculpa de que o Linux é mais seguro é mentira, isso porque os hakers não tem interesse em criar vírus pro Linux, não seria lucrativo para eles, o mesmo vale para o Mac OS. Um dia eu vi num anúncio no jornal, quando o Submarino virou revendedor autorizado da Apple, falando o porque de usar Mac OS. Um dos motivos era que o sistema é mais seguro e não tem vírus, mas isso é tudo estória, tem vírus sim, só que pouco.

Essas estórias de que Linux e Mac OS são mais seguros são só estórias. Se eles fossem tão populares quanto o Windows eles também teriam muitos vírus. Isso não acontece, porque a base do Linux é de menos de 1% dos computadores pessoais e a do Mac eu não sei, mas é pouca, já que o Windows domina mais de 90%. Um hacker cria os vírus e spywares para lucrarem com as informações obtidas, se o vírus só vai afetar menos de 10% dos computadores pessoais, não vai valer apena criar o vírus. Assim a maioria dos vírus fica com o Windows.

E além do mais os usuários do Windows na maioria das vezes só pegam vírus porque não se cuidam, sabendo se cuidar os vírus só entram pela porta da frente. No Linux ou Mac OS se um vírus entrar(é possível) já era, no Windows pode ter cura.

Então falar que o Windows não é seguro é MENTIRA. Todos os sistemas tem suas falhas, mas elas são mais exploradas nos sistemas com maior quantidade de usuários(no caso o Windows). Isso quer dizer que Linux não é à prova de vírus e o mesmo com o Mac OS. Então, os usuários do Linux(e do Mac OS também) que dizem que esses sistemas não pegam vírus e que são super seguros, fiquem de olho porque vocês estão falando mentira e lembre-se do que seus pais lhe ensinaram que mentir e feio.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Pirataria

A pirataria, o maior problema das empresas de software e outras. Mas porque a pirataria é tão grande? Será que dá pra acabar com ela? Nesse post eu vou falar sobre isso e dizer o que eu penso sobre isso, mas eu só vou falar da pirataria de software, CD e DVD.

A pirataria só é grande porque as pessoas não podem comprar produtos originais. Hoje em dia é possível comprar DVDs, CDs e softwares a preços muito baixos por causa da pirataria, mas esses produtos não são legais. Um exemplo: Enquanto o Windows Vista Ultimate custa nas lojas quase R$1.000,00 no camelô você encontra por R$15,00 ou R$20,00 e encontra o crack na Internet, resultado: produto "original". Um outro modo de pirataria é o pela Internet. Com uma rápida pesquisa no Google você encontra sites oferecendo download de softwares, CDs e DVDs, até mesmo no orkut você encontra na maior facilidade, basta encontrar a comunidade certa.

Mas porque isso acontece? A população brasileira e de muitos países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos não tem condições de pagar o preço dos produtos originais. Com os R$1.000,00 que do Vista Ultimate original dá para comprar um computador novo. Um DVD no lançamento custa no mínimo R$50,00, com esse valor dá pra comprar 5 DVDs piratas. A pirataria pela Internet também acontece por causa da facilidade. Não é necessário ir na rua comprar o software/CD/DVD e você consegue de graça na Internet, é só conhecer o site certo. Assim invés de usar a Internet e comprar o produto original, a pessoa pode baixar e conseguir o produto no mesmo tempo que levaria pra ela receber em casa, ou até menos.

Mas como resolver isso? A resposta é simples: Redução de preço. Não adianta inventar 1001 programas de bloquear cópia, DRM, proteção de CDs/DVDs porque em pouco mais de uma semana um hacker já conseguiu burlar isso. Um exemplo é o Vista, o Windows só pode ser ativado se for original, uma busca no google ou até mesmo no orkut você encontra vários cracks e até seriais que não foram bloqueados. E não adianta tentar educar a população. Uns 99% dos que compram produto pirata sabem que o produto é pirata e os males que ele traz, mas a pessoa não tem condições de comprar o produto original.

Para resolver o problema da pirataria pela Internet, a empresa tem que facilitar o acesso da pessoa ao conteúdo, principalmente o de música. Fazer acordo com o máximo de lojas on-line possíveis, e oferecer o conteúdo a um baixo custo mesmo. Uma outra maneira é a opção do download do programa e a venda do serial on-line. A pessoa pagaria pelo serial e baixaria um arquivo com o programa, depois ela só gravaria e instalaria, como acontece com o Office 2007.

Mas como a empresa vai reduzir o preço? Um bom exemplo é a EA com seus clássicos, jogos a R$29,99. Um software que levou tempo e dinheiro pra ser produzido e é vendido barato, porque o Windows não pode ser vendido a R$50,00 ou R$100,00(podendo ser parcelado em 10 vezes), porque um DVD não pode ser vendido a R$15,00 e porque um CD não pode ser vendido a R$10,00. Um exemplo de como um DVD pode ser vendido barato são os "DVD baratinhos"(a propaganda passa na Band), que são vendidos em bancas de jornais a R$7,50, pena que só tem filme antigo.

Vamos ver os custos: uma empresa grande que fabrique DVDs, CDs e afins como a Microvision ou a Videolar gastam com a fabricação de um CD ou DVD menos de R$0,50, com a capa também menos de R$0,50, com as impressões deve gastar menos de R$1,00, até agora R$2,00. Se a empresa contribuir pra um produto barato ela pode passar ao fabricante a R$5,00. O fabricante pode repassar a loja por R$7,00 e a loja vender ao cliente final a R$10,00. Isso pode acontecer com CD, DVD e software. Como as empresas gostam de lucrar muito não fazem por onde, mas se quisessem dava. O manual podem colocar num arquivo dentro do CD que não faz diferença, quem compra software pirata não ganha cópia do manual. É melhor pra empresa lucrar pouco por cópia mas vender muito do que lucrar muito por cópia, mas vender pouco. E a desculpa que o software é importado e por isso é caro não pode ser dada porque software não paga imposto pra entrar no Brasil, é só o valor da conversão de dólar pra real. A pirataria movimenta bilhões por ano em todo o mundo e esse dinheiro pode ser convertido para as empresas.

É o que eu penso: o melhor método anti-pirataria é vender o produto barato. A pessoa vai preferir pagar R$20,00 ou até mesmo R$50,00 por um software original, porque é original, mas não vai pagar R$1.000,00 por ele, só quem tem dinheiro sobrando.

Eu escrevi este post não para incentivar a pirataria, mas para dizer o que penso e explicar como a empresa pode lucrar e acabar com a pirataria. Quem sabe esse post não chega a tela do PC de algum executivo da Microsoft, EA(apesar que não precisa muito), Dreamworks, Disney, Paramount, Universal, etc. Espero que ele também sirva pra fazer você refletir um pouco e ver que tem como acabar com a pirataria, basta as empresas quererem. O único modo de um produto pirata sair da barraca do camelô é se ele for o filme do BOPE(Tropa de Elite) antes do lançamento, o que não é. Think this!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Linux

Há muita discussão sobre o que é melhor: Linux ou Windows. E essa discussão na verdade é uma guerra. Então eu vou escrever um pensamento em público(se preparem para um texto longo).

As raízes do Linux já existem há anos, mas ele só se tornou popular agora. Mas junto com a popularização veio a guerra, que não existia entre Windows e Mac. De um lado um sistema aberto que qualquer um pode modificar, do outro lado um sistema fechado que qualquer também pode modificar, não tanto como o outro mais pode. E por fora temos um sistema que vive em paz, o Mac, nós não vemos seus usuários nessa guerra, mas mesmo assim vou cita-lo, para fazer comparações.

Os usuários do Linux dizem que ele é mais seguro porque não tem vírus(as lojas que vendem o Mac também dizem isso), mas isso é uma questão relativa. Enquanto o Windows domina o mercado de usuários domésticos, o Linux tem menos de 1%, se não me engano, e mesmo assim existem vírus para o Linux, só que poucos. Se levarmos em consideração a quantidade de usuários de cada sistema, vale mais apenas criar um vírus para o Windows, porque poderia afetar mais usuários. Mesmo assim o Linux não está livre deles, deve existir apenas algumas dezenas de vírus, pouco, mas mesmo assim existe, podendo afetar alguns usuários. Se o Linux dominasse o mercado ao invés do Windows, aposto que a situação seria ao contrário. Esse é um ponto que é muito relativo, dizer que o Linux não tem vírus não é verdade, mas dizer que ele tem poucos vírus sim, e dizer que o Linux não é um sistema atrativo para hackers e cracker também é verdade. Quem quer roubar senha de bancos quer roubar muitas, por isso escolhe o sistema que mais tem usuários, no caso o Windows, assim os vírus para o Linux e Mac são menores, mas se eles dominassem o mercado, a situação seria à contrária. Então é bom não chamar todos para esses sistemas "sem vírus" porque no futuro vão chegar vírus para eles. Se de uma hora para outra toda a população resolvesse mudar pro Linux, os hackers iam fazer o mesmo, e ai o sistema "sem vírus" iria pelos ares, mas por enquanto não é o caso, ele ainda tem poucos vírus, facilitando a vida dos usuários.(Eu disse que ia ser um texto grande).

Um outro motivo para seus usuários falarem que o Linux é melhor, é o fato dele ser um sistema aberto. Isso é verdade, você modifica o sistema do jeito que quiser. Mas no que isso vai influenciar para o usuário que só usa a Internet? Nada. Se você é um usuário avançado e quer ter um sistema só seu, ai tudo bem, Linux é sua praia, caso contrário é melhor o Windows ou Mac, que você paga o sistema e tem a assistência tecnica, não precisa ficar pagando para ter o suporte. Mas o Windows oficialmente não é aberto, mas qualquer um pode modifica-lo profundamente. Tem sites que ensinam a colocar o seu nome no lugar do botão iniciar. Isso daria no mesmo de um sistema aberto, mas a diferença é que no sistema aberto você pode modificar usando aplicativos que tem no sistema, no Windows você precisa de programas, muitos deles de graça, para modificar os arquivos do sistema.

Mas, e os programas? Um dos fatores para o Mac ser um bom sistema é que ele não precisa de emulador de programas do Windows(ele roda o Windows, não seus programas). No Linux é diferente, vem vários emuladores do Windows para você rodar os programas. Se é um sistema operacional, porque tem que rodar os programas do outro sistema? Agente não vê emuladores de programas do Linux no Windows. (Esse é o ponto que mais me deixa indignado: )A Microsoft criou o MSN Messenger(agora chamado de Windows Live Messenger) para seu sistema operacional, também fez uma versão pro Mac, mas não fez nenhuma para o Linux. Como a maioria da população usa o "MSN", os usuários do Linux tentam fazer programas para entrar na rede do MSN, mas nenhum é tão bom quanto o original. Os usuários tentam fazer os amigos usarem programas que funcionem no Linux, mas eles realmente são tão bons quanto o "MSN"? Tudo o que o Skype e ICQ fazem o Windows Live Messenger faz(um recurso é através do Windows Live Call, que não está disponível em todo mundo, por enquanto). E o OpenOffice, tá na cara que é uma versão para Linux do Office, mas tem até um recurso bom, que é o de salvar arquivos no formato PDF(esse é o único recurso que eu gostei do OpenOffice). Mas para o Linux conseguir sua autonomia ele tem que conseguir seus próprios programas, não emuladores de programas do Windows.

E agora a desculpa principal dos usuários do Linux: você usa Windows original? Eu aposto que a maioria dos usuários que acessam esse blog não usam, mas ninguém usa produto pirata por que quer e sim porque não pode comprar o produto original. Pra pirataria acabar no Windows tem que ser feita uma mudança de estratégia da Microsoft, mas isso é assunto pra outro post. E pra responder a pergunta: as pessoas querem usar o computador, precisam de um sistema, mas o Linux ainda não é maduro para ser instalado, então só resta a pirataria.

Mas eu não vou só falar mal do Linux, ele tem sim algum lado bom(é só procurar bem, bem mesmo, que acha). Ele por enquanto não tem vírus, então dá pra navegar tranquilo, e para os usuários que querem um sistema só seu, ele também é bom. Um lado muito aproveitado pelo Linux é o mercado de servidores de sites. Muitas empresas usam o Linux+Apache, mas ele está perdendo espaço para o Windows Sever 2008.

Então para terminar(ufa!) eu tenho que dizer: o Linux pode até ganhar uma fatia melhor do mercado, mas ele tem que crescer, se organizar, e se tornar independente, não um sistema de uso de emuladores. Quem sabe no futuro o Linux vira um bom sistema, isso pode acontecer, basta as empresas e grupos que criam as distros fazerem um Linux melhor. Mas por enquanto ele ainda tem que crescer muito. Até mais!